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Lá e de Volta Outra Vez.

“Num buraco do chão vivia um hobbit. Não se tratava de um buraco húmido, sujo e desagradável, cheio de restos de vermes e com um cheiro repugnante, nem tão-pouco de um buraco arenoso, nu e seco, sem nada para uma criatura se sentar ou em que comer: era um buraco de hobbit e isso significa conforto.” J. R. R. Tolkien (1937). O Hobbit.

Foi assim que John Ronald Reuel Tolkien, conhecido mundialmente como J.R.R. Tolkien, iniciou seu sonho literário que atualmente embala milhares de pessoas por todo o mundo através de seus mitos, livros, filmes, jogos e toda uma gama infinita de outros itens nerds. Tolkien é considerado um dos maiores escritores do século XX e que além de suas obras fantásticas também foi um exemplo pelas suas virtudes e conduta pessoal. Sua mitologia, criada entre os estudos e a vivência nas trincheiras da primeira guerra mundial, foram sonhos moldados a partir das primeiras histórias que ele criou para divertir seus filhos.

Foram esses momentos que inspiraram um professor de Filologia, que tinha como foco sua pacata vida acadêmica, a criar algo diferente que já inspirou milhões de pessoas.

Ele faleceu em 2 de setembro de 1973 aos 81 anos e deixou para trás não só o trabalho de um escritor de sucesso internacional, mas especialmente o exemplo de ter sido um homem (pai, avô e marido) cheio de bons valores. Seu exemplo e seus valores podem ser encontrados em como ele foi como soldado da primeira guerra mundial ou mesmo como desenvolveu seus estudos das grandes sagas e línguas antigas.

Mas acima de tudo, ele foi um homem que sempre seguiu seus sonhos que envolviam uma vida simples em meio a natureza. Ou seja, a vida de um verdadeiro Hobbit.

Mas para termos um melhor insight sobre o assunto, eu quero apresentar a vocês a história de um velho amigo meu chamado Fabiano Petroni, um artista 3D que eu conheci quando estava trabalhando na minha empresa de games em Londrina há mais de dez anos atrás. Na época ele era estagiário de arte de uma outra empresa de games da incubadora de empresas da Universidade Estadual e mesmo assim nunca deixou de ir atrás de seus sonhos e de novas oportunidades.

Mas o que ele tem a ver com o tema ou mesmo com o Tolkien, você deve estar se perguntando? Bem, acredito que ele tem uma história bastante relevante ao tema porque atualmente ele, um brasileiro sonhador, trabalha como Animation Technical Director da empresa Weta Digital, responsável por diversos filmes, entre eles a trilogia do Senhor dos Anéis, Planeta dos Macacos e o Hobbit.

Como ele fez isso? E porque seguir seus sonhos fez a diferença pra ele? Bem, só posso comentar que Fabiano nunca desistiu e sempre aceitou correr riscos para chegar aonde está hoje.

Para saber mais sobre essa história e sobre a importância dos sonhos eu convido a todos a lerem o artigo na íntegra no portal GameStorming através do link:

E para inspirar os sonhos. Só posso deixar uma das mais poderosas canções do filme O Hobbit.

O Escritor J.R.R.Tolkien e todos os sonhadores merecem com honras o Selo de Criador de Mundos!

Selo2

E pra quem não sabe, o selo criador de mundos é um reconhecimento especial do site para conteúdos que merecer ser lidos, revisados e usados como inspiração!

 

1 responder
  1. Logan Solo
    Logan Solo says:

    Sempre aprendendo, sempre caindo, sempre levantando. Esse é o real significado da palavra Luta. A luta de um homem, que sonha, que faz o seu próprio destino, que perde, que ganha, que vive.

    Não se pode realmente esperar que tudo o que se faz é absoluto e imutável. O homem é um ser mutável, está sempre se adaptando e fazendo de seu trabalho o melhor. O ser humano tem de sempre melhorar, sempre se aperfeiçoar, porque o mundo é algo maleável, nunca estático.

    Tolkien lutou para conseguir, primeiro, escrever os maravilhosos livros da saga dos Hobbits. E o que é mais difícil, publicou-os, cativando os editores e os seus leitores. Para isso, contou com uma força de vontade tamanha, que o torna hoje um paradigma, para os escritores de Literatura Fantástica.

    Existem aqueles que acreditam que nós, escritores, não devemos seguir os passos de nosso ídolos e mestres. Mas se não nos espelharmos na garra e vitória, que Isaac Asimov, Tolkien, Silverberg e Jack Vance nos mostraram em suas obras maravilhosas, em que devemos nos basear? Sem sua força de vontade, perseverança e determinação férrea, eles – verdadeiros talentos da literatura – jamais teriam vencido. Mentes geniais realizam um trabalho, que fazem melhor que qualquer outro homem comum, de forma tão brilhante, que nós nos perguntamos: “Como ele faz o que faz?”

    E nisso, perdemos oportunidades preciosas, acreditando que os gênios não podem nunca serem alcançados, em seu trabalho. Mas podemos aprender, com o passar do tempo, que o esforço e a dedicação, aliados à facilidade em que executamos uma tarefa, leva a resultados ímpares.

    Executar um trabalho, seja ele qual for, onde nós levamos o tempo que precisar para ser realizado, de forma agradável, sem esforço – isso é característica de tarefas que temos talento para realizar! – é o objetivo principal do ser humano.

    Sem colocarmos em prática nossas habilidades, para alcançarmos a total realização, nós não passaremos de marionetes de um destino para o qual não fomos talhados. E isso é demasiado frustrante, para que arrisquemos a nossa vida, em algo muito, muito desesperançoso.

    Se todos nós agarrarmos as oportunidades, que surgem em nossas vidas e aliarmos o esforço e o amor ao que fazemos de melhor, teremos percorrido mais da metade do caminho, em direção ao sucesso.

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