Cogito, ergo mortis

Cogito, ergo mortis

Penso, logo morro

Pois séculos de estratégia
se resolvem em segundos de sangue.

Momentos de resistência
são derrotados pelo instante do chicote.

E as lágrimas que caem
são secas pelo ardor do desespero.

E ninguém escuta nossa voz…
E ninguém entende nosso pensamento.

Assim, a morte deixa sua marca.
Fazendo da vida seu exemplo mais fúnebre…

E o planeta morre sem pressa
enquanto vivemos sem nos preocupar.

Triste fim, para quem se clamava sapiente. 
Sem pensar ele apenas existe num triste segundo que nunca termina, que nunca volta…

“Escutando Evening Falls (Enya) e pensando na ingratidão do filho homem com a mãe Gaia…”