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Vampiro: um livro colaborativo!

Extra, extra!

Notícia super importante de hoje! Principalmente pra que você que curte livros nacionais, literatura, projetos colaborativos e VAMPIROS!Deixe_ela_entrar_009_-_Dracula_de_Bram_Stoker.jpg
A Editora Empíreo, em homenagem à data de publicação do clássico Drácula, de Bram Stocker convoca os amantes dos vampiros para apoiarem o seu próximo lançamento, Vampiro: um livro colaborativo, com 45 histórias produzidas por diversos escritores.

Para quem não conhece esse tipo de trabalho, a Empíreo já publicou dois outros projetos nesse molde: O Corvo e Desnamorados.

Financiamento, como funciona isso?

O financiamento acontece pelo site Kickante e qualquer pessoa pode contribuir. Dependendo do valor que cada um colaborar, você pode ganhar diversos prêmios da Editora.

Este projeto é essencialmente sobre LIVROS. Feito por gente que ama a literatura para gente que a ama ainda mais. Então, se você é um leitor apaixonado ou escritor, vai se identificar com tudo o que eles oferecem.

Achou interessante? Quer participar?

Então CLIQUE AQUI, leia o regulamento e participe!

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As Três Perguntas.

Já leu hoje? Indico que visite a literatvs no wattpad e reflita sobre as três perguntas que envolvem nossas vidas.

  • Porque você está aqui?
  • Quem realmente é você?
  • Porque você existe nesse curto período de tempo, se ainda existe duas enormes eternidades?

Depois de refletir muito, eu tive de escrever um conto inspirado nas mulheres mais fortes dos mitos. Então boa leitura!

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Porque precisamos da Imaginação?

imaginar
verbo
  1. 1.
    transitivo direto
    formar imagem mental de (algo não presente); idear.
    “i. situações românticas”
  2. 2.
    transitivo direto
    descobrir, criar (algo abstrato); idear, inventar.
    “i. um enredo”

 

Imaginar é ser capaz de conceber algo em nossas mentes, de formar novas imagens e sensações bem lá no fundo. Imagens que não tem referência e que não são percebidas através dos nossos sentidos. E apesar de todos serem capazes de imaginar algo, poucas vezes pensamos sobre isso. Então, aqui vai a pergunta. Você sabe porque precisamos da imaginação? Leia mais

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Reflexões sobre a inspiração.

macaquinhos2

A expressão significa estar em constante ebulição, em permanente processo de criação.

Desde pequeno eu sempre tive muitas idéias. Para algumas pessoas, eu era um garoto inspirado, cheio de idéias. Para outros, eu sofria de um excesso de imaginação e era do tipo “Ai! Cuidado que aquele menino é hiperativo”. 😛

Eu com certeza me diverti muito quando criança porque com a imaginação tudo se transformava em algo fantástico e estranho mas, acho que dei muito trabalho para meus pais também. Hehe!

Hoje em dia, quando penso nas inúmeras aventuras que vivenciei através dos livros e brincadeiras de infância, eu concordo que a melhor expressão que poderia me definir é aquela usada por Ziraldo no seu livro sobre o Menino Maluquinho. Eu sempre tive muitos “macaquinhos no sótão”.

Ou seja, dentro da minha cabeça, eu sempre tive muitas idéias e personagens que faziam o que queriam, do jeito que queriam, sem que eu tivesse muito controle sobre eles.

Atualmente, trabalhando com a área de criação e dedicando bastante tempo para desenvolver meus textos, muitas vezes eu paro e fico relembrando todas essas idéias e pensando sobre a inspiração e principalmente, porque nem sempre uma boa ideia significa desenvolver uma boa história?

Esse texto é apenas uma parte dessa reflexão e surgiu depois de uma conversa que tive com alguns escritores que estão participando do NaNoWriMo 2015 onde apresento quatro pontos que envolvem o dinâmico processo da inspiração.

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Contos de Fadas não são histórias infantis.

1. Contos de Fadas não são brincadeira.

lobo mau

Lobo Mau?

A origem dos contos de fada nunca foi uma brincadeira de criança porque as tramas criadas pelos camponeses envolviam muitas vezes cenas de sexo, violência e fome.

Os detalhes violentos e libidinosos das histórias que povoavam aquela época foram criados e passados de geração para geração por trabalhadores analfabetos, que se sentavam à noite em volta de fogueiras para contar histórias. Nestas reuniões, ou veillées como era chamado pelos franceses, as mulheres narravam seus casos enquanto fiavam e teciam, o que originou expressões como “tecer uma trama” e “costurar uma história”.  Enquanto isso, os homens consertavam suas ferramentas ou quebravam nozes sem descanso pois, aquele era o universo dos camponeses franceses pré-Revolução, nos séculos 17 e 18. Leia mais

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A misteriosa origem dos filhos D’água.

“A vida, senhor Visconde, é um pisca-pisca. A gente nasce, isto é, começa a piscar. Quem para de piscar chegou ao fim, morreu. Piscar é abrir e fechar os olhos. Viver é isso. É um dorme e acorda, dorme e acorda, até que dorme e não acorda mais […] A vida das gentes neste mundo, senhor Sabugo, é isso. Um rosário de piscados. Cada pisco é um dia. Pisca e mama, pisca e brinca, pisca e estuda, pisca e ama, pisca e cria filhos, pisca e geme os reumatismos, e por fim pisca pela última vez e morre”.
“E depois que morre?” perguntou o Visconde.
“Depois que morre, vira hipótese. É ou não é?”
Monteiro Lobato

Em muitas dessas histórias existe sempre a presença de figuras diferentes e encantadoras que às vezes são confundidas com os elementos da natureza.

Observamos muitas vezes que as lendas nos contam de belas mulheres feitas do vento sul, que com suas vestes flutuam silenciosas pelas campinas do mundo, outras vezes, podemos escutar histórias de seres feitos de fogo, que de tão belos tiveram seus amantes queimados num abraço.

O mitológico e poderoso Poseidon.

Nesse momento, vamos conhecer a história de um grupo de seres formados pelo elemento água, domínio do mitológico e poderoso Poseidon, que se misturou ao barro dos descendentes de Adão e que veio habitar os lagos e rios do Brasil. Leia mais

, , Acesse agora meu novo conto!

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Concurso literário – Brasil em Prosa

O Kindle Direct Publishing (KDP) e O Globo, com patrocínio da Samsung, lançaram o concurso literário Brasil em Prosa! Mais uma oportunidade para os escritores nacionais publicarem seus contos inéditos e exclusivos de até 6 mil caracteres. Inscrições serão aceitas do dia 13 de junho até o dia 31 de julho através desse LINK.

A primeira etapa de avaliação irá decidir os 20 finalistas e eu quero ser um deles!

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Aquele que interrompe o fluxo dos rios.

“Uma vez que você elimina o impossível, qualquer que seja o resultado,
não importa o quão improvável, deve ser a verdade.”
Sir Arthur Conan Doyle


Capítulo 1: A Criptozoologia.


Map of World Mythology-Design by Simon E. Davies


É com muito interesse e até mesmo orgulho que inicio a descrição dos resultados da nossa primeira missão científica que, antes de tudo, sempre foi considerada por nossos estimados colegas da academia como uma inútil caçada a velhos ossos e mitos infundados.

Eu compreendo que é fácil duvidar daquilo que nós não conhecemos ou mesmos não temos provas empíricas. No entanto, para mim, crer apenas naquilo que já foi provado, sem nenhuma nova descoberta ou inovação, não tem valor algum.

E foi bem por causa disso que desde o início, a nossa instituição sempre buscou extrapolar as possibilidades do pensamento corrente, sem nunca se esquecer, é claro, de combater o charlatanismo e a falta de interesse científico.

É de nosso total interesse a manutenção de nossa respeitabilidade através das aplicações e técnicas do mais alto valor catedrático e científico. E é assim que sempre buscamos avaliar as inúmeras ideias e informações que recebemos de nossos pesquisadores espalhados por todos os lados do globo. Leia mais

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UM TEXTO QUASE PERFEITO.

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Pelas margens infinitas do Rio Procrastinate onde nada se move, nem a poeira, ondas ou espuma, caminhavam no prelúdio do processo de criação, duas figuras altas e magras chamadas de Imaginatio e Editio. Eram figuras estranhas, cuja aparência era tão etérea que quase não possuía forma definida, nenhuma sombra os acompanhava e seus pés não deixavam marcas na areia.

De onde vinham? Talvez uma rápida emoção as tivesse criado, ou talvez fossem filhas de uma memória antiga que apareceu em um arroubo de inspiração. Mesmo assim, conservavam o silêncio e a dignidade enquanto marchavam sem ruído observando e pensando no que poderiam fazer em breve.

Tudo isso acontecia no início da noite, naquela hora em que diferentes criaturas e situações borbulhavam, naquele universo que era a mente de um escritor.

Com a cabeça enfiada na areia, algumas ideias, gordas e vergonhosas se remexiam, criando assim uma sombra enorme, que refletia trêmula sobre as águas. Enquanto isso referências antigas, esticavam seus grandes tentáculos que pareciam, ao longe, estranhas vergas de junco, enquanto limpavam os longos bicos sujos de sangue e perscrutavam o deserto do esquecimento que existia além do pensamento.

Mas no interior daquela mente, o solo era fértil, e em alguns pontos estava nascendo um lindo campo de flores poesia, pequenos contos ou árvores história, encobrindo assim a secura do deserto e criando um profundo tapete de devaneios e vida, onde pequenas sementes germinavam e cresciam, fervilhando e alimentando um mundo de conteúdos novos e assustados que ainda reagiam com a emoção por estarem sendo quase finalizados.

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