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Porque precisamos da Imaginação?

imaginar
verbo
  1. 1.
    transitivo direto
    formar imagem mental de (algo não presente); idear.
    “i. situações românticas”
  2. 2.
    transitivo direto
    descobrir, criar (algo abstrato); idear, inventar.
    “i. um enredo”

 

Imaginar é ser capaz de conceber algo em nossas mentes, de formar novas imagens e sensações bem lá no fundo. Imagens que não tem referência e que não são percebidas através dos nossos sentidos. E apesar de todos serem capazes de imaginar algo, poucas vezes pensamos sobre isso. Então, aqui vai a pergunta. Você sabe porque precisamos da imaginação? Leia mais

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ROTEIROS PARA GAMES: COMO PRODUZIR?

Recentemente eu tive uma discussão bem legal com Edson Rossatto sobre dois assuntos que gosto muito. A escrita e a produção de Games.
Acesse abaixo e confira a entrevista completa do programa em contexto!

 

Fico no aguardo de seus comentários! 😉

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Conheça o grupo internacional LITERATVS!

O ChamadoRecentemente fui convidado e aceitei participar de um grupo de escritores chamado Literatvs. Um grupo internacional de escritores lusófonos que tem por missão auxiliar, incentivar e despertar o potencial interior de cada escritor, independente de gênero, auxiliando-o em seu desenvolvimento.

O projeto visa também criar centros de discussões saudáveis, construtivas sobre obras de seus próprios membros, sempre com o espírito de fraternidade, respeitando a liberdade individual.

Ficou interessado? Então clique nos links abaixo e, boa leitura!

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Leia nossos textos no WATTPAD.

 

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Antologia PODERES – Contos sobre Pessoas com Dons Extraordinários.

Quem me conhece, sabe que eu sou um colecionador inveterado e já um pouco antigo de quadrinhos. Sempre vi nessa mídia e em suas histórias a possibilidade de expandir nossa imaginação e pensar nas infinitas possibilidades que seres com poderes extraordinários poderiam trazer para nossas vidas “mundanas”.

Essa é uma saga que já li e reli dezenas de vezes. Mal posso esperar para ver o filme! 😉

Sendo assim, gostaria de dividir com vocês uma grande novidade. Um dos meus contos estará presente em uma antologia da Darda Editora.

Antologia, para quem não sabe, é uma coleção de trabalhos literários agrupados por temática, autoria ou período. E nesse caso específico, a proposta do organizador Davi Paiva foi que cada autor deveria criar uma história inspirada em um superpoder.

No meu caso, eu fui inspirado em um dos poderes mais estranhos e, ao mesmo tempo, mais interessantes que conheço. A possibilidade de viajar entre dimensões.

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Música. A sua melhor ajuda no momento da transpiração e escrita.

Bom dia / Boa tarde / Boa noite meus caros humanos, habitantes do terceiro planeta, senhores de toda a imaginação e certeza do mundo.

Hoje resolvi falar sobre um assunto muito comum no meio dos escritores que é o uso da música como ferramenta para ajudar na hora da transpiração. Ou seja, naquela hora que você resolve finalmente sentar a bunda na cadeira e assim espremer alguns neurônios na busca por algum resultado que você possa chamar de texto.

Como comentei anteriormente, a inspiração só funciona se você transpirar, ou seja, se você realmente se esforçar no desenvolvimento de seu texto.

E para apoiar essa afirmação, eu gostaria de apresentar uma citação de Stephen King do seu livro ON WRITING.

Leia. Estude. Reflita!

“Write with the door closed, rewrite with the door open.” Stephen King, On Writing: A Memoir of the Craft


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Vídeo da Semana – O perigo de uma única história.

ted

Desde o início da década de 1970, no dia 20 de novembro comemora-se o Dia da Consciência Negra. Esse dia é conhecido pela morte do líder Zumbi dos Palmares, em 1695. Ele foi um dos principais personagens históricos que lutou pela libertação dos negros escravizados durante o período colonial no Brasil.

A data é marcada pela intensa programação de eventos e atividades que buscam motivar a discussão sobre a cultura afrobrasileira, a inserção do negro na sociedade a luta pela igualdade racial.

Aproveitando a data e pensando em como nossas vidas e culturas são compostas de muitas histórias sobrepostas, eu gostaria de compartilhar com todos uma palestra realizada no TED com a escritora Chimamanda Adichie.

No vídeo ela conta a história de como ela encontrou sua autêntica voz cultural – e adverte-nos que se ouvimos somente uma única história sobre uma outra pessoa ou país, corremos o risco de gerar grandes mal-entendidos. Leia mais

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Leia o primeiro livro do curso Escrevivendo!

Untitled

 

ESCREVIVENDO é um curso promovido pelos escritores veteranos Giulia Moon e W. Tierno. O módulo aconteceu em agosto de 2015 e foi, para todos os participantes, um mês de trabalho árduo, mas também de muita alegria.

Foi divertido, produtivo, recompensador. E agora gostaria de compartilhar o primeiro livro que surgiu do trabalho de todos! 🙂

Quero agradecer aos mentores e todos os escritores que conheci. Foram momentos muito especiais e importantes no caminho da escrita!

Sem mais, convido a todos a ler e compartilhar algumas boas histórias que surgiram naquele um mês inesquecível. BOA LEITURA!

Livro: Escrevivendo Contos – Livro 1

Mais sobre o curso? Clique aqui!

Aguardo comentários! 🙂

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Reflexões sobre a inspiração.

macaquinhos2

A expressão significa estar em constante ebulição, em permanente processo de criação.

Desde pequeno eu sempre tive muitas idéias. Para algumas pessoas, eu era um garoto inspirado, cheio de idéias. Para outros, eu sofria de um excesso de imaginação e era do tipo “Ai! Cuidado que aquele menino é hiperativo”. 😛

Eu com certeza me diverti muito quando criança porque com a imaginação tudo se transformava em algo fantástico e estranho mas, acho que dei muito trabalho para meus pais também. Hehe!

Hoje em dia, quando penso nas inúmeras aventuras que vivenciei através dos livros e brincadeiras de infância, eu concordo que a melhor expressão que poderia me definir é aquela usada por Ziraldo no seu livro sobre o Menino Maluquinho. Eu sempre tive muitos “macaquinhos no sótão”.

Ou seja, dentro da minha cabeça, eu sempre tive muitas idéias e personagens que faziam o que queriam, do jeito que queriam, sem que eu tivesse muito controle sobre eles.

Atualmente, trabalhando com a área de criação e dedicando bastante tempo para desenvolver meus textos, muitas vezes eu paro e fico relembrando todas essas idéias e pensando sobre a inspiração e principalmente, porque nem sempre uma boa ideia significa desenvolver uma boa história?

Esse texto é apenas uma parte dessa reflexão e surgiu depois de uma conversa que tive com alguns escritores que estão participando do NaNoWriMo 2015 onde apresento quatro pontos que envolvem o dinâmico processo da inspiração.

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Primeiro Book Trailer do livro Mundo Zumbi

Inspirado pelo processo de criação do Livro Perdido em Marte, onde o autor escreveu toda a primeira versão do livro primeiro online, eu resolvi iniciar um projeto pessoal de criar um livro assim.

Como ambiente de criação eu escolhi o Wattpad, uma comunidade online quase rede social, que foi criada em 2006 e tem como foco prover um ambiente para escritores publicarem suas obras para diversos leitores. No ambiente, os usuários podem publicar contos, poesias, livros e capítulos de forma online ou através do aplicativo para Android, iOS ou BlackBerry e por sua vez, os usuários podem comentar as histórias ou participar de grupos associados ao site.  Leia mais

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Contos de Fadas não são histórias infantis.

1. Contos de Fadas não são brincadeira.

lobo mau

Lobo Mau?

A origem dos contos de fada nunca foi uma brincadeira de criança porque as tramas criadas pelos camponeses envolviam muitas vezes cenas de sexo, violência e fome.

Os detalhes violentos e libidinosos das histórias que povoavam aquela época foram criados e passados de geração para geração por trabalhadores analfabetos, que se sentavam à noite em volta de fogueiras para contar histórias. Nestas reuniões, ou veillées como era chamado pelos franceses, as mulheres narravam seus casos enquanto fiavam e teciam, o que originou expressões como “tecer uma trama” e “costurar uma história”.  Enquanto isso, os homens consertavam suas ferramentas ou quebravam nozes sem descanso pois, aquele era o universo dos camponeses franceses pré-Revolução, nos séculos 17 e 18. Leia mais